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Do plano à ação: equipes vencedoras iniciam implementação dos projetos

Do plano à ação: equipes vencedoras iniciam implementação dos projetos

Tamara Castro
04/06/2020
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Entre março e abril, os assessores técnicos reuniram-se com as equipes escolares vencedoras nacionais na primeira edição do Desafio Inova Escola. O objetivo é apoiar educadoras e educadores na implementação dos Planos de Inovação premiados em 2019. 

Lançada em celebração aos 20 anos da Fundação Telefônica Vivo (FTV), a iniciativa, desenvolvida em parceria com o CENPEC Educação, busca promover uma cultura de inovação nas escolas, de modo a contribuir para o desenvolvimento integral dos estudantes. 

As cinco equipes eleitas Destaques Nacionais foram: Bastião Atômico, de Jaboatão dos Guararapes (PE), Guerreiros do Campo, de Nova Esperança do Piriá (PA), IFF9!, de Itaperuna (RJ), Inova IEMA, de São Luís (MA) e Itavivo, de Vitória de Santo Antão (PE). Elas foram selecionadas entre 25 Destaques Regionais pela comissão julgadora do Desafio.

As escolas que representam as equipes vencedoras receberam, entre outras premiações, R$ 10 mil e assessoria técnica para implementar seus Planos de Inovação. 


Assessorias e equipes escolares: escuta e diálogo 

O objetivo da assessoria é apoiar e fortalecer a implementação dos Planos vencedores, respeitando a autoria e protagonismo de cada equipe. Existe um planejamento comum a todas as equipes, como o cronograma de reuniões periódicas e o registro das ações na plataforma on-line. 

“Todos têm o mesmo ponto de partida e uma expectativa do ponto de chegada, porém o percurso a ser traçado é uma construção entre o assessor e a equipe, conforme as especificidades de cada plano, da realidade de cada escola e do perfil dos educadores envolvidos”, afirma a coordenadora do Desafio Inova Escola no CENPEC Educação, Ana Cecília Chaves Arruda (foto ao lado).

Desde sua concepção, foi previsto que grande parte da assessoria ocorreria a distância, por meio de videoconferências, registros das atividades e sistematização das experiências em plataformas on-line. Porém, em decorrência da pandemia, muitas escolas tiveram que se adequar ao ensino remoto, e aquelas que não tinham recursos para isso suspenderam temporariamente as atividades.  Esse fato impactou as rotinas das equipes e o desenvolvimento das assessorias. 

Segundo Renata Altman (foto ao lado), coordenadora de Programas Sociais da Fundação Telefônica Vivo: “Essa pandemia pegou a todos nós de surpresa e temos que nos reinventar a todo instante. Com o Desafio Inova Escola não tem sido diferente. Esse reinventar-se tem muito a ver com inovação e até pode ser encarado como uma oportunidade. O próprio processo de assessoria e planejamento dos projetos tem bebido de métodos mais digitais e inovadores, devido a este cenário.”

Os maiores desafios para a implementação dos projetos estão relacionadas à suspensão das aulas e ao distanciamento social. “A escola do projeto que acompanho fica na zona rural, em uma localidade ribeirinha, que nem mesmo energia tem”, relata a assessora Luciane Moreira (foto ao lado), que acompanha a equipe paraense Guerreiros do Campo.

A assessora Bruna Nunes (foto ao lado), que está acompanhando o projeto fluminense Fábrica de Jogos, também aponta a suspensão das aulas como a principal dificuldade. “A maioria dos alunos que frequentam o instituto é de comunidades rurais, portanto, não possuem fácil acesso à internet. Por isso, enquanto aguarda o retorno das aulas, a equipe tem se dedicado a preparar todos os materiais e conteúdos necessários para que o projeto possa ser aplicado com os estudantes quando as aulas forem retomadas”. 

Nesse contexto, foi necessário adequar o planejamento do trabalho às condições de cada escola e ao acesso das equipes à internet. A primeira preocupação dos assessores foi ouvir as cinco equipes para compreender o impacto da pandemia no contexto de cada escola e do seu plano de inovação, assim como abrir um canal de escuta para suas angústias e incertezas. 

Nas reuniões com os professores, os assessores têm orientado a elaboração dos cronogramas de ações, definindo prioridades e responsáveis. Também estão indicando materiais de apoio e recursos digitais que possibilitam o trabalho remoto, além de orientar o uso dessas ferramentas e esclarecer dúvidas sobre elas.

“Para a Fundação Telefônica Vivo é natural que o cronograma inicialmente esperado para o desenvolvimento dos projetos seja revisto, sobretudo no que depende do presencial para acontecer. No entanto, nos surpreendemos positivamente com os avanços que temos até o momento no planejamento, ainda que em maior ou menor grau, respeitando os diferentes contextos e infraestrutura disponível para o trabalho remoto”, revela Renata Altman.

Entre as ações já realizadas pelas equipes, estão: apresentação do Plano de Inovação à comunidade escolar e aos estudantes, avaliação diagnóstica, questionário sociocultural dos estudantes, levantamento de possíveis parceiros e webinar com especialistas. Para saber mais como estão se desenrolando as ações remotas para a implementação dos cinco Planos de Inovação, conversamos com as equipes escolares e assessoras.  


Da gamificação à cultura de sustentabilidade: inovações em tons locais

IFF9! - Fábrica de Jogos

No Instituto Federal Fluminente (IFF) - Campus Itaperuna (RJ), a equipe IFF9! conta com tem sido a experiência de implementar o projeto Fábrica de Jogos. O objetivo de seus idealizadores é criar um ambiente de aprendizagem diferenciado, que promova o protagonismo dos estudantes por meio de uma metodologia ativa de aprendizagem. 

O Plano de Inovação foi desenvolvido por oito professores: Camila R. O. Nunes, Carine L. de Farias, Cláudia A. Alves, Fabiana C. C. de Barros, Joselia Rita da Silva, João Felipe B. Borges, Michelle Maria Freitas Neto e Orlando P. Afonso Jr. Eles foram motivados pela necessidade de enfrentar o problema da reprovação e evasão entre os estudantes do 1o ano do Ensino Médio, relacionado, em grande parte, a deficiências de aprendizagem na formação básica.

“O propósito é trabalhar tais deficiências através da criação da Fábrica de Jogos, uma empresa simulada focada no desenvolvimento de jogos digitais a partir de obras literárias de domínio público”, conta o professor Orlando Afonso Jr. 

Algumas etapas foram realizadas presencialmente no início do ano. Uma primeira ação foi a reunião com os servidores da escola para detalhar o projeto e sensibilizá-los a participar da construção do espaço de aprendizagem. Também foi feita uma breve apresentação aos novos estudantes, para motivá-los a se engajar no projeto. Houve ainda uma etapa diagnóstica, com aplicação de avaliações de Língua Portuguesa, Redação e Matemática.

(Foto: videoconferência realizada em março entre equipe escolar e assessoria. Arquivo do projeto.)

Em decorrência da suspensão das aulas, todas as ações passaram a ser realizadas remotamente. Com a orientação da assessora Bruna Nunes, a equipe tem se dedicado a elaborar materiais e conteúdos que serão aplicados com os jovens durante a realização do projeto. Entre eles, destaca-se a gamificação do processo.

Segundo a assessora, os professores têm buscado envolver outros profissionais do instituto, como pessoas do departamento de Tecnologia de Informação (TI) para criar a plataforma on-line do projeto. Também realizaram um webinar com a empresa Codebitt, especialista em criar portais e plataformas digitais, para entender como se dá a gamificação de um processo. 

“Esse acompanhamento tem sido fundamental para o projeto, pois as reuniões e apontamentos nos fazem repensar caminhos, avaliar mais cuidadosamente os riscos, além de oferecer excelente oportunidade de qualificação”, afirmam os educadores. 

Guerreiros do Campo

Faltas, evasão e repetência também foram questões que levaram a equipe Guerreiros do Campo a pensar em estratégias de ensino para adequar o cotidiano dos alunos ao ambiente da EMEF Joana Darc, localizada no município de Nova Esperança do Piriá (PA). 

Em seu Plano de Inovação, a equipe formada por sete professores - Aglaís O. Assunção, Cirley da S. Ferreira, Erica C. de Sousa, Francisco Antonio dos Santos Rodrigues, Márcio J. M. da Silva, Maria Marcilene A. da Silva e Maria Rosidalva A. Barros - tem como proposta promover oficinas e um calendário escolar mais flexível à realidade local, para melhor acolher os estudantes e suas famílias.

O projeto parte da necessidade de mudanças no contexto escolar tendo em vista o perfil dos estudantes e da comunidade a que pertencem. “Os estudantes da nossa Emef, entre crianças e adolescentes, trabalham para ajudar no sustento familiar. Muitos pais e mães não têm renda fixa e garantem a alimentação através da pesca e da caça. Outros, através da colheita do açaí, e a minoria por meio de serviços terceirizados (diaristas)”, conta a equipe escolar.

 (Foto: primeira reunião para redefinições das ações com equipe do CENPEC. Arquivo do projeto.)

Segundo a assessora Luciane Moreira, as ações estão relacionadas à construção de um calendário escolar específico, flexível e adaptado à comunidade escolar, já que em determinados períodos do ano os alunos precisam se afastar para ajudar na sustentabilidade da sua família.  Também serão organizadas oficinas valorizando os saberes do campo.

Além do uso de ferramentas digitais para o registro e acompanhamento remoto das ações, as reuniões da equipe escolar com a assessora têm focado a formação do grupo de apoio com estudantes e secretários municipais. Outros temas abordados pelo grupo foram: a cultura de inovação e o papel da agricultura familiar na geração de renda e na qualidade da merenda escolar na região.

Inova Iema

Tecer relações entre as disciplinas da área técnica e a Base Comum Curricular (BNCC) foi o desafio que as professoras Anna Célia C. Mendes, Flavia Regina da S. Correa e Francilma R. B. M. Everton elegeram ao elaborar seu Plano de Inovação. A proposta, que está sendo implementada no Instituto Estadual de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema), Unidade Plena Itaqui Bacanga, envolve reunir professores de ambas as modalidades para elaborar planejamentos inter e transdisciplinares ao longo do ano.

“Há muito tempo nossas aulas têm sido fragmentadas, cada professor focado apenas em seu componente curricular. No entanto, percebemos que essa forma de ensinar já não satisfaz as necessidades dos nossos alunos, o que nos pede uma mudança de comportamento”, conta a professora Flavia Regina da S. Correa.

Para a assessora Patrícia Caldas (foto ao lado), a proposta, nesse sentido, demonstra a preocupação com a formação integral desses estudantes. “É um grande desafio fazer uma articulação no sentido de que os professores da base técnica sejam receptivos ao desafio de se articularem com a base comum, tendo em vista a melhoria do aprendizado desses estudantes”, reflete Patrícia. 

A assessora destaca a importância de pensar metodologias diversificadas, que extrapolem os limites das disciplinas, com o objetivo de promover uma aprendizagem melhor e mais significativa. "Isso para mim é um grande desafio do projeto, e tem sido superado no trabalho da assessoria, a partir do diálogo com a equipe". 

Entre as ações para a implementação, já foram realizadas reuniões com gestores escolares e com grupo de apoio, composto por outros professores além da equipe criadora do Plano. Com a assessoria, as pautas dos encontros são diversas, entre elas: uso de ferramentas digitais, planejamento do apoio financeiro, estudo de temas BNCC, inter/transdisciplinaridade, Novo Ensino Médio., protagonismo estudantil,  projeto de vida, autonomia, educação integral,  trabalho coletivo e colaboração.

Patrícia ressalta o trabalho de planejamento das professoras envolvidas no Plano de Inovação: "pensar previamente o processo de aprendizagem dos estudantes é importante para levantar as melhores estratégias". Nesse sentido, foi realizada, no início de abril, a Enquete Inova Iema. O objetivo foi identificar os componentes curriculares que os estudantes têm maior dificuldade de aprendizagem, a fim de orientar a adoção de estratégias transdisciplinares e metodologias ativas em aulas e projetos. 

(Foto: primeira reunião da equipe com grupo de apoio. Arquivo do projeto.)

A equipe destaca como o maior desafio despertar o espírito inter/transdisciplinar de toda a equipe escolar. “Mudar é algo difícil, a priori, mas percebemos engajamento e dedicação dos professores, equipe gestora e demais funcionários, a fim de inovar a nossa escola. Nosso Plano de Inovação nos cobra um planejamento mais integrado tanto com os componentes curriculares entre si como suas aplicação na vida prática de nossos alunos”, reflete a professora Flávia. 

Itavivo

Integrar a escola ao parque natural onde está localizada: este é o desafio do Plano de Inovação Itavivo, de Vitória de Santo Antão (PE). A equipe é formada pelas educadoras Martamiria D. S. Ferreira e Ewerlline Karen B. O. Martiniano, da Escola Municipal Constâncio Maranhão, situada na zona rural. 

O objetivo é criar novos espaços-vivências de aprendizagens, que promovam a troca de experiências entre a escola e a comunidade. Entre as ações previstas, estão a inclusão da educação ambiental no projeto político pedagógico da escola e a criação de um espaço maker, uma estufa e um ambiente de lazer.

Segundo as educadoras, ao longo da Trilha Formativa para construir seu Plano de Inovação, despertaram para a necessidade de ir além dos muros da escola: “A escola do século XXI precisa ter uma visão holística do local onde está inserida, e não uma postura desconectada do seu entorno. Sabemos que o Parque em todo seu contexto, junto com a comunidade que reside na fazenda, pode representar para a escola um espaço de descoberta e construção de conhecimentos”, afirma  a professora Martamiria D. S. Ferreira.

Sobre o papel da assessoria, desenvolvida por Ricardo Muniz, a professora Ewerlline afirma que apoio necessário para guiar em aspectos mais problemáticos, esclarecendo dúvidas e inseguranças. A educadora destaca a aprendizagem de ferramentas digitais gratuitas como o Padlet, fundamentais para o acompanhamento da equipe, ao possibilitar o registro das ações com textos e fotos.

A equipe relata a realização das primeiras ações para implementação do Plano. "A elaboração do projeto político pedagógico da escola foi o ponto de partida. Também criamos um blog para divulgação das ações", conta Ewerlline.

 (Foto: reunião virtual da equipe escolar com o assessor Ricardo Muniz. Arquivo do projeto.)

Após a suspensão das aulas, foram realizadas reuniões on-line para preparação dos próximos passos, elencando as prioridades, quando retornarem as aulas presenciais. “Vislumbramos a integração da escola com o parque como um caminho que pode efetivar atividades dinâmicas, desafiadoras e prazerosas, contribuindo para superar a desmotivação e dificuldades de aprendizagem apresentadas pelo alunado. Um dos grandes desafios é estabelecer uma parceria de forma sistemática com a comunidade, mas com as ações que estamos prevendo sabemos que a comunidade se envolverá”, conta a professora Martamiria.

Bastião Atômico

Construir uma cultura de sustentabilidade: esse foi o desafio da equipe formada por Ailton S. L. Brito, Alexsandro A. da Silva, Ana Paula G. Xavier, Cláudio N. da Costa, Edmar Roberto S. Almeida, Jackson A. F. Souza, Luís André Jacinto, Vilma A. de Souza, professores da Escola Municipal de Tempo Integral São Sebastião, localizada em Jaboatão dos Guararapes (PE).

A criação deste Plano de Inovação foi instigada pela necessidade de a comunidade acessar a água na escola e utilizá-la de maneira consciente. Entre as ações, estão previstas oficinas de robótica, práticas de tecnologias alternativas e parcerias com colaboradores locais, startups, escolas e universidades.

No início de março, ainda com as aulas presenciais, a equipe do Plano de Inovação se reuniu com a gestão escolar e com os demais professores da escola, que passaram a ser chamados de professores apoiadores. O objetivo foi reorganizar a equipe do Bastão Atômico e fazer apresentação do projeto para todos. 

Além disso, foram elencadas ações e os responsáveis por sua execução: identificação de possíveis colaboradores, realização de oficinas e experimentos com robótica e tecnologia alternativa, análise da qualidade da água captada da chuva, construção de tubulação e reservatório sustentáveis com garrafa PET, automação para irrigação da horta, distribuição de água para os espaços da escola e criação de torneiras com sensor.

Embora ainda não tenham ocorrido ações concretas na escola devido à suspensão das aulas, os educadores estão se reunindo virtualmente duas vezes por semana, uma com a participação do assessor Ricardo Amaral, outra entre a equipe Bastião Atômico, os professores colaboradores e a gestão da escola. “Ressalto a capacidade de articulação, de resiliência e de comprometimento da equipe Bastião Atômico, dos professores da escola, os quais se disponibilizaram para colaborar na execução do projeto e da gestão da escola”, revela o professor Luís André Jacinto. 

(Foto: primeira reunião com da equipe do Bastião Atômico com a gestão escolar e outros professores da escola. Arquivo do projeto.)

O foco agora é o engajamento da comunidade onde a escola está inserida. “Elaboramos um questionário eletrônico para identificação de possíveis voluntários oriundos da comunidade. Este foi encaminhado aos estudantes por um grupo de Whatsapp. A dificuldade ou mesmo a falta de acesso à internet tem dificultado essa ação. “Apesar do exposto, estamos na busca de estratégias para execução de etapas possíveis do projeto e de outras demandas em home office”, afirma o professor Luís.  


Próximos passos no sentido da inovação

Em razão do atual cenário, algumas ações previstas para a assessoria às equipes tiveram de ser suspensas, como as visitas técnicas às escolas. A expectativa do Desafio Inova Escola é realizá-las até meados de agosto. “Na impossibilidade das visitas, vamos buscar adequá-la ao formato virtual para envolver outros atores da escola”, esclarece Ana Cecília. 

Nesse sentido, embora tenham objetivos específicos, o acompanhamento aos projetos seguem formatos semelhantes em relação às ferramentas utilizadas (Hangouts, Padlet, Skype, Whatsapp...). Esses recursos têm possibilitado a troca de experiências com as equipes escolares. “Essa troca evidencia o fortalecimento da assessoria técnica para a implementação dos Planos de Inovações”, afirma a assessora Luciane Moreira.

Por seu turno, o papel dos educadores, que seguem idealizando e concretizando inovações significativas no cotidiano escolar, é de inegável importância. “O comprometimento e empenho das equipes são fundamentais, assim como o apoio dado pela direção das escolas. A assessoria só está sendo possível neste momento pela parceria e confiança que foi estabelecida – Desafio Inova Escola, assessores, equipes e escolas”, celebra Ana Cecília.

Renata Altman também destaca a potência dessa cooperação: “É lindo de se ver tantas ideias e trabalho em parceria para que com inovação, possamos potencializar o trabalho nas escolas e dar mais oportunidades de aprendizagem para nossos estudantes”. Com o retorno das aulas presenciais, a expectativa é avançar na fase de testes, validação e implementação das ações planejadas. “Esperamos que este cenário não demore muito a acontecer, claro, respeitando todos os protocolos estabelecidos pelos órgãos responsáveis”, reforça. 


Quer conhecer mais cada um dos Planos de Inovação vencedores? Inspire-se com os vídeos dos projetos.

TAGS: Educação Inovação

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